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Sessão Fotográfica de Família no Oceanário de Lisboa |

Há sítios em Lisboa que qualquer família visita pelo menos uma vez. O Oceanário é, quase de certeza, um deles. Mas uma sessão fotográfica de família no Oceanário de Lisboa é uma coisa completamente diferente de simplesmente lá ir com os miúdos e tirar fotografias com o telemóvel.

É exatamente essa diferença que fez com que o Tom e a Sophie decidissem aproveitar a viagem que fizeram a Lisboa para marcar uma sessão privada.

Vieram de Londres com os dois filhos, o Finn e a Lara, e queriam fazer qualquer coisa diferente, que não fosse apenas passear.

O Tom e a Sophie não são o tipo de casal que gosta de poses.

Quando entraram em contacto connosco, disseram-nos logo isso: queriam algo real, queriam ver as crianças como elas são. O Finn tem cinco anos e é impossível de parar. A Lara tem quatro e divide o tempo entre imitar o irmão e a tentar perceber tudo o que vê.

Numa sessão fotográfica de família no Oceanário de Lisboa, isso é uma vantagem enorme. Há demasiado para ver, demasiado para apontar, demasiado para perguntar. As crianças esquecem completamente a câmara. Os pais também, ao fim de pouco tempo.

O que fica são momentos como o da Lara colada ao vidro do tanque principal,

Ou o do Finn a puxar o pai pela mão para lhe mostrar as lontras marinhas, sem esperar por resposta. São esses momentos que procuramos.

A luz do Oceanário ajuda. A semi-obscuridade, os reflexos da água, os tons azuis que mudam consoante o tanque, criam fotografias que têm uma qualidade diferente das que se fazem lá fora. Não é melhor nem pior, é diferente, e essa diferença é o que torna uma sessão fotográfica de família no Oceanário de Lisboa uma experiência que vale a pena.

O Oceanário foi pensado para criar imersão. O tanque central tem cinco milhões de litros de água e recria a ideia de um oceano global, rodeado por quatro habitats que representam diferentes zonas do planeta: Atlântico Norte, Pacífico, Índico e regiões mais frias. A visita divide-se em dois níveis, o de superfície e o subaquático, o que muda completamente a perspetiva e a luz em cada zona.

Para fotografia documental de família, o espaço funciona particularmente bem porque tem ritmo e variedade. Não é um sítio onde se fica parado. Há sempre qualquer coisa a acontecer, há sempre uma nova janela para espreitar, um novo animal para encontrar. Isso cria movimento natural, reações genuínas, e momentos que nenhum estúdio consegue reproduzir.

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